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Poema ao acaso

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12 junho, 2009

TV Cultura completa 40 anos com programação histórica a partir do dia 15

Trajetória da emissora será relembrada com atrações que marcaram época na TV e no rádio
Há 40 anos, no dia 16 de junho de 1969, entrava no ar a TV Cultura de São Paulo, primeira emissora da Fundação Padre Anchieta. Começava entre os paulistas a televisão educativa, com a missão de disseminar cultura e informação, e contribuir para o fortalecimento da cidadania. Para comemorar a data, a Cultura leva ao ar, a partir de segunda-feira (15/6), programas que marcaram época.

Entre 15 de junho e 5 de julho, a Cultura exibe conteúdo retrospectivo em diversos programas, incluindo Metrópolis, Provocações, Zoom, Jornal da Cultura, Entrelinhas e Vitrine. Além disso, na terça-feira (16/6), as atrações infanto-juvenis que consagraram o canal e lhe renderam inúmeros prêmios, como Bambalalão, X-Tudo, Revistinha, Confissões de Adolescente e Vila Sésamo (gravado na década de 70), serão relembrados em mais de 10 horas de programação – das 8h às 19h15 – dedicadas às crianças e seus pais, que cresceram assistindo ao canal.

Na mesma data, o Jornal da Cultura começa a exibir um quadro de memória jornalística, com matérias que foram ao ar no mesmo dia, em algum ano das últimas quatro décadas.

Consagrados musicais da emissora também ganham espaço nessa retrospectiva. Na quarta-feira (17), às 22h10, o Ensaio apresenta um compilado com edições antológicas de três décadas do programa (1970, 1990 e 2000), incluindo a época em que a atração era chamada de MPB Especial. Histórias e canções de grandes nomes, como Elis Regina, Tom Jobim, Chico Buarque, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Ney Matogrosso e Os Paralamas do Sucesso, podem ser revistas, sob o comando de Fernando Faro. E para o domingo, 5 de julho, o Viola, Minha Viola também prepara um especial, com destaques da atração comandada por Inezita Barroso desde 1980.

A partir do dia 6 de julho, até 2 de agosto, a faixa das 20h às 21h será ocupada pelo Festival 40 Anos. Neste período serão levados ao ar 28 programas - na íntegra ou trechos – gravados nos últimos anos, nas áreas de dramaturgia, musicais, cultura, infantis, jornalismo e educação, e dedicados aos diversos públicos.

Mas as novidades não param por aí. A TV Cultura também ganha novas vinhetas com o slogan Cultura 40 Anos, a TV que Faz Bem, além de programetes relembrando atrações e personalidades que ajudaram a escrever a história da emissora, intitulados A História da TV Passa por Aqui, que serão exibidos no decorrer da programação.

Nas Rádios Cultura FM e Cultura Brasil a festa continua com uma série de programetes, de até dois minutos de duração, sobre as atrações jornalísticas, musicais e culturais de maior sucesso da TV.

Fonte: TV Cultura

07 janeiro, 2009

Ecos da bossa-nova

  • Ronaldo Bôscoli era conhecido como ‘O Véio’;
  • Era sobrinho-bisneto da compositora Chiquinha Gonzaga e primo do ator Jardel Filho;
  • Foi ele quem popularizou a expressão ‘pocket-show’, dirigindo e organizando apresentações no Beco das Garrafas.
  • Jornalista e compositor, fez sucesso na bossa nova, compondo ‘O Barquinho’ e ‘Nós e o Mar’.
  • Sedutor, namorou Nara Leão, Maísa, foi casado com Elis Regina.

Mateus Solano, dir. João Marcelo Bôscoli, esq.
  • Na minissérie da Rede Globo, "Maísa", representado pelo ator Mateus Solano (com grande semelhança física até com seu filho, João Marcelo Bôscoli), não aparecem Nara Leão, de quem era noivo quando se envolveu com Maísa, nem Elis.

19 outubro, 2008

O papel de José Wilker

Curiosidade:
  • José Wilker é Mandarim, comediante falecido cujas aparições acompanham o ex-parceiro no filme "Aonde anda você", de Sergio Rezende, com Juca de Oliveira;
  • José Wilker é Vadinho, o falecido marido de "Dona Flor e Seus Dois Maridos", na versão do filme de Bruno Barreto, com Sônia Braga;
  • José Wilker é Augusto, boêmio e mágico de circo que morre num incêndio e aparece apenas para a viúva, para ajudá-la a defender as filhas, na novela "Três Irmãs";
  • José Wilker seria Roque Santeiro na versão da novela censurada na década de 70, aquele que morreu sem ter morrido.
Dei-me conta das coincidências ao assistir "Aonde Anda Você"!

O novo Ano Novo...