Só no Google há mais de 180 respostas quando a gente procura "brincando no parquinho".
Aqui uma seleção de alguns dos mais diversos textos que falam sobre isso. Mas em contextos tão diferentes, que chega a ser interessante.
Do blog http://littera.wordpress.com/2006/03/06/a-flor-no-parquinho/
"Sentava-me no banco, de frente para as crianças brincando no parquinho.
Meu desejo era estar com elas, escorregando, girando, me enchendo de alegria ..."
Do site http://www.criancasegura.org.br/dicas_esporte.asp
"As crianças entre 5 e 9 anos sofrem mais lesões com bicicletas ou brincando no parquinho, enquanto as crianças mais velhas machucam-se mais em acidentes esportivos."
Do site http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos/asp080520024.htm
"Assim, ao lado do ‘Big Brother’ ou da ‘Casa dos Artistas’, o espectador pode espiar também -
e na mesma televisão - os seus filhos brincando no parquinho, as pessoas que entram e saem
do prédio, os vizinhos tomando banho na piscina ou o que acontece na garagem, ao vivo e vinte e quatro horas por dia."
Do site http://www.falhanossa.com/Capote.htm (sobre o filme Capote)
"Neste momento existem pelo menos três crianças brincando no parquinho atrás de Truman,
mas depois do corte quando a cena volta para ele, as crianças desapareceram."
Do site http://www.getpaidforum.com.br/index.php?showtopic=11039&st=40
"No jogo do poder não existe nem a verdade nem os mocinhos.... esses ficaram de foram brincando no parquinho da praça..."
Do site http://www.radiobras.gov.br/materia_i_2004.php?materia=260271&editoria=
"Ambientalistas reunidos hoje questionaram a eficácia desse acordo internacional sobre meio
ambiente e também do seu órgão deliberativo."Eu tenho a sensação de que somos crianças brincando no parquinho, enquanto os adultos decidem em outro lugar", lamentou a consultora da organização não governamental WWF-Brasil, Nurit Rachel Bensusan."
Poemas que gosto, poemas que nem gosto, mas que vem brincar por aqui por acaso...
Poema ao acaso
<p>Mulheres geniais pelo excesso da seda, mães<br>do ouro<br>vagaroso.<br>Sopram a lua pela boca dos púcaros.<br>A força de labareda, as porcelanas <br>apuram-se, altas,<br>nos dedos. E elas medem girassóis pupila a pupila, <br>paisagens,<br>rasgões da água. Entre os braços arrebatam-se <br>cereais, fogo.<br>A escrita suprema de imaginar por música <br>as coisas: louças, comidas, roupas.<br>Num inebriamento de beleza composta em número. <br>Deitam leite nos cântaros.<br>E inclinam a cara, vêem no precipício<br>a altura voltada daquela arte da vertigem<br>de que são o centro. Se mungem o gado, esplendem<br>de pêlo e segredo, abaladas pelo bafo<br>do fundo: uma vaca é um jarro sumptuoso<br>com o rosto delas, oculto<br>e húmido, o rosto movido a luz.<br>Uma camélia soprada.<br>E as mãos pensando sempre.<br>Quem se banha nessas ribeiras fêmeas escoando-se <br>nas imagens fica infuso, os membros <br>em raio de estrela.<br>Está molhado pelo coração dentro.<br>Quando pelas suas ciências elas param na memória. <br>Quando se abre uma ferida. Quando a ferida <br>sangra.<br>Não toques nos objectos imediatos.<br>A harmonia queima.<br>Por mais leve que seja um bule ou uma chávena, <br>são loucos todos os objectos.<br>Uma jarra com um crisântemo transparente <br>tem um tremor oculto.<br>É terrível no escuro.<br>Mesmo o seu nome, só a medo o podes dizer. <br>A boca fica em chaga.<br> </p>
<p>Mulheres geniais pelo excesso da seda, mães<br>do ouro<br>vagaroso.<br>Sopram a lua pela boca dos púcaros.<br>A força de labareda, as porcelanas <br>apuram-se, altas,<br>nos dedos. E elas medem girassóis pupila a pupila, <br>paisagens,<br>rasgões da água. Entre os braços arrebatam-se <br>cereais, fogo.<br>A escrita suprema de imaginar por música <br>as coisas: louças, comidas, roupas.<br>Num inebriamento de beleza composta em número. <br>Deitam leite nos cântaros.<br>E inclinam a cara, vêem no precipício<br>a altura voltada daquela arte da vertigem<br>de que são o centro. Se mungem o gado, esplendem<br>de pêlo e segredo, abaladas pelo bafo<br>do fundo: uma vaca é um jarro sumptuoso<br>com o rosto delas, oculto<br>e húmido, o rosto movido a luz.<br>Uma camélia soprada.<br>E as mãos pensando sempre.<br>Quem se banha nessas ribeiras fêmeas escoando-se <br>nas imagens fica infuso, os membros <br>em raio de estrela.<br>Está molhado pelo coração dentro.<br>Quando pelas suas ciências elas param na memória. <br>Quando se abre uma ferida. Quando a ferida <br>sangra.<br>Não toques nos objectos imediatos.<br>A harmonia queima.<br>Por mais leve que seja um bule ou uma chávena, <br>são loucos todos os objectos.<br>Uma jarra com um crisântemo transparente <br>tem um tremor oculto.<br>É terrível no escuro.<br>Mesmo o seu nome, só a medo o podes dizer. <br>A boca fica em chaga.<br> </p>
06 maio, 2006
02 maio, 2006
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