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Poema ao acaso

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27 novembro, 2006

Carta a Yara Camillo

Yarita

Recebi o e-mail sobre a 1ª Mostra Internacional de Literatura. Foi devidamente comunicada na comunidade Yara Camillo do Orkut.

Eu fui pensando... Diadema é longe para ir num dia de semana à noite, mas vou fazer um esforço de ir lá. Mesmo porque a Yara deve estar metida numa dessas mesas de discussão literária e vou adorar vê-la, ouví-la. E eis que a encontrei no dia 28, na mesa das 20h, em homenagem a Caio Fernando Abreu... mas a Lívia achou de nascer nesse dia há 11 anos atrás e já tinha combinado comigo e o pai outras comemorações para essa data. Então, não poderei estar lá. É uma pena.

Em Diadema também eu me recordaria de uns dias há muitos anos atrás quando eu me apresentava com o grupo Preto Branco e Azul também, fazendo recitais poéticos com o rosto pintado no Teatro de lá e nos parques municipais de São Paulo lá por 1985, 86.
Aquele poemeto que mandei para a Pandorga Ilustrada e você gostou foi assim coreograficamente bradado para os diademenses.

Que a noite de amanhã seja muito agradável e que você deleite seus ouvintes.

Até dia desses. Beijão.

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