Poemas que gosto, poemas que nem gosto, mas que vem brincar por aqui por acaso...

Poema ao acaso


Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.

O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.


12 fevereiro, 2009

Uma TV dobrável

Foto da revista Época

Pena que não está à venda... um plástico dobrável que cabe no bolso e que você pode abrir e... é uma TV. Poder assistir TV assim já é possível, mas não está ao alcance.
A novidade apresentada na Feira mundial de novidades eletrônicas de Las Vegas esse ano, deixa a ficção científica no bolso, ou melhor, a tira do bolso.
Antes de chegar aos consumidores, porém, as telas flexíveis talvez sejam testadas para fins militares, sendo fixadas nas fardas ou relógios dos soldados. Em vez de diversão, serviriam para transmitir informações.
Até chegar a hora do nosso entretenimento, um dia!

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